Moto Dica Pilotagem, motocicletas e afins

14set/110

Pessoas erguem carro em chamas para salvar motociclista.

Posted by Marcelo Delgado

Um motociclista que ficou preso sob um carro no dia 12/09/2011,  foi salvo por pessoas que levantaram o veículo em chamas e o tiraram de debaixo dos destroços.

Segundo relatos o piloto, Brandon Wright foi fechado por uma BMW 530XI que saía de um estacionamento. O motorista do carro alegou não ter visto o motociclista. Ao tentar freiar a motocicleta deslizou e colidiu com o carro.

http://www.youtube.com/watch?v=hAtXDlttNxg

2set/110

Big Brother em 2 rodas: Estudo observará detalhadamente motociclistas por 1 ano

Posted by Rafael Sahb

No mês passado o MSF (Motorcycle Safety Foundation) iniciou um estudo inédito. Durante 1 ano, 100 motociclistas americanos serão observados enquanto conduzem, sendo coletados dados sobre aceleração, frenagem, localização, entre outros. O intuito do estudo é poder dar uma ideia melhor aos pesquisadores de como são conduzidas as motos no dia a dia, possibilitando a percepção de problemas para melhorar o treinamento, equipamentos e campanhas de conscientização. O estudo é feito em parceria com o Virginia Tech Transportation Institute (VTTI), que já colaborou num estudo parecido com carros.

Os motociclistas foram escolhidos aleatoriamente baseados apenas no modelo de moto que usam (são 7 modelos ao todo). Dentre as motocicletas, há esportivas, cruisers e de turismo. A faixa etária divide os condutores em 2 grupos: de 21 a 34 anos e de 45 a 64.

As motos contarão com 5 câmeras coloridas, GPS, acelerômetros, giroscópios, radar, monitoramento dos controles da moto (acelerador, freios, etc), entre outros sensores. Com isso espera-se que, em caso de acidente, se possa ter uma caixa-preta detalhada da sequência de eventos, dando informações valiosas aos pesquisadores.Tudo foi instalado de forma que não atrapalhe a condução da moto e fique o mais imperceptível possível, para que o condutor não se lembre o tempo todo que está sendo monitorado.

Os motociclistas estão espalhados por 3 cidades americanas: Blacksburg, Irvine e Orlando. Essas cidades possuem uma malha viária variada com diferentes intensidades de tráfego, possibilitando que se tenha contato com diferentes situações de trânsito.

O MSF é uma organização sem fins lucrativos, patrocinada por fabricantes de moto (BMW, BRP, Ducati, Harley-Davidson, Honda, Kawasaki, KTM, Piaggio, Suzuki, Triumph, Victory e Yamaha). Para ver a notícia oficial (em inglês) no site deles clique aqui.

2ago/110

Recall Yamaha Fazer 250 2006-2008 e Fazer Limited Edition 2008

Posted by Rafael Sahb

Em cima: região a ser observada. No meio: detalhe da balança que necessita recall. Embaixo: Detalhe da balança nova, indicando que foi substituída pelo recall de 2010.

Por mais que uma fábrica se esforce para divulgar suas campanhas de recall, é comum muitos usuários não tomarem conhecimento. Em 2009 e 2010, a Yamaha fez 2 recalls para a Fazer 250 modelos de 2006 a 2008 e a Fazer 250 Limited Edition modelo 2008, referentes a problemas na suspensão traseira.

Caso você seja o único dono de um dos modelos citados acima, provavelmente saberá se fez um ou ambos os recalls. Porém, quem comprou uma Fazer usada, precisa se certificar que as duas manutenções foram feitas em sua moto. Ficar sem realizá-las pode levar a acidentes graves.

O melhor meio de descobrir se sua moto passou pelos 2 recalls é levando-a a uma concessionária Yamaha para verificarem se as correções foram executadas, pois a Yamaha mantém um histórico dos números de chassi que ja fizeram os recalls. No entanto, é possível definir visualmente se o segundo recall foi feito. Como neste segundo recall há a troca da balança traseira, se observarmos a última das marcas da balança para regulagem da tensão da corrente de transmissão, notaremos que ela é em forma de L nas versões atualizadas. Para o recall de 2009 (o primeiro) há relatos de que adicionam um ponto no final do número do chassi, mas isso não foi observado em todas as motos que passaram pelo serviço.

Uma informação importante é que, como todo recall, não há gasto algum para o proprietário. Por isso, uma moto sem as correções não necessariamente vale menos.

Para checar o número do chassi das motos que necessitam fazer o recall e para maiores informações, pode-se acessar os anúncios oficiais no site da Yamaha.

28jun/110

Viseiras Anti-risco

Posted by Rafael Sahb

No topo, para controle, um facho de luz fotografado diretamente. No meio, o mesmo facho de luz fotografado através de uma viseira anti-risco. Embaixo, uma viseira sem tratamento anti-risco, após apenas alguns meses de uso. Note como o facho de luz se dispersa e toma bem mais o campo de visão.

Você sabe o que é uma viseira anti-risco e qual seu real benefício? Neste post discutiremos esta questão que desperta dúvidas em muitos motociclistas.

A visão é muito importante para o motociclista. Diversos fatores podem influir negativamente neste sentido e podem levar a acidentes. Viseiras muito arranhadas são um dos fatores que mais contribuem para a redução da visão do piloto.

Após algum tempo de uso as viseiras comuns começam a dificultar a visão a noite, pois deixam uma espécie de "aura" borrada ao redor das luzes que são avistadas. Um farol de um carro no sentido contrário pode impossibilitar a visão de elementos próximos a ele, como buracos ou até outros veículos. Em casos extremos a viseira pode se tornar inútil até durante o dia. Até realizar a troca, o motociclista pode ser obrigado a andar com a viseira aberta, pratica esta que caracteriza infração de transito e um grande problema de segurança.

Este processo de deterioração da viseira é causado pelos milhares de riscos minúsculos causados pelo atrito do plástico com materiais diversos (tecidos, couros, superfícies rígidas em geral, entre outros). Ao lavar sua viseira com uma esponja macia você já estará causando esses pequenos arranhões. Até mesmo ao passar a mão sobre uma viseira com sujeira os riscos já aparecem.

Este problema praticamente não existe nas viseiras denominadas anti-risco. Elas são feitas de materiais que não são arranhados com facilidade (em geral, policarbonato cobertos com verniz anti-risco). É um exagero dizer que as mesmas não riscam, porém elas só são riscadas por fortes choques ou objetos pontiagudos.

Não são todos os capacetes que oferecem em sua linha a opção de viseiras anti-risco. Se o seu capacete não suporta nenhum modelo anti-risco, é um sinal que ele pode não ser seguro o suficiente em outros aspectos também. Considere trocar de capacete nesse caso, procurando sempre capacetes com selo do INMETRO (mesmo assim terão alguns sem opção de viseiras anti-risco). As viseiras anti-risco possuem preços mais elevados. Porém, mesmo que mais baratas, as viseiras comuns exigem gasto constante com substituições. Portanto a longo prazo o preço da viseira anti-risco sairá mais em conta.anti-risco sairá mais em conta.

Para capacetes estilo off-road, que demandam o uso de óculos, existem linhas dos mesmos que também possuem  com tratamento anti-risco.

O tema viseiras pode ser estendido em vários aspectos, porém nossa intenção neste post é sensibilizar os motociclistas sobre esse aspecto em especial, que é um dos mais importantes (se não o mais) do assunto. Em posts futuros discutiremos mais sobre a proteção para os olhos, falando sobre os diversos tratamentos que a viseira pode receber, como anti-uv ou anti-embaçante.

   

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